A Moita comemorou a 4 de outubro o 35.º aniversário da sua elevação a Freguesia. Entre as principais necessidades da população está a conclusão do saneamento básico, defende António André, presidente da Junta

 

Em nota enviada ao nosso jornal a respeito da efeméride, o atual presidente da Junta de Freguesia da Moita, António André, eleito pelo Partido Socialista, lembra que este foi “um processo difícil e moroso”, mas que “nunca desvaneceu o sonho dos moitenses”.

O autarca recorda que entre os argumentos dos moitenses que serviram de fundamento à sua vontade, “o maior, talvez, era a distância e a dificuldade do acesso a Alcobaça, sede do concelho”, que estava a cerca de 25 quilómetros de distância, enquanto que a Marinha Grande estava a escassos cinco quilómetros.

Ainda segundo António André, a Marinha Grande era já, à data, “um centro industrial de grande importância, onde a população da Moita tinha os seus empregos e iniciava os seus estudos”.

Assim, e “em face desta grande vontade de mudança, o então deputado Leonel Fadigas mostrou estar ao lado dos Moitenses, elaborando um projeto de elevação da Moita a Freguesia, que apresentou e defendeu na Assembleia da República”.

E seria a 4 de outubro de 1985, que através da Lei 114/85, publicada em Diário da República – 1.ª série, a Moita se tornava Freguesia.

Com cerca de oito quilómetros quadrados de área, integra os lugares de Moita, Figueira de Gomes, Almoinha Velha, Vale e Brejo D’Água, tendo tido como seu primeiro presidente de Junta Franklin de Sousa Ventura.

Ao JMG, António André refere que entre as principais necessidades dos seus fregueses está a conclusão da construção do saneamento básico, considerando que “há ainda muito por fazer”. A Junta prepara-se, em breve, para colocar um tapete betuminoso na Rua Figueira Gomes e em parte da Rua 25 de Abril, mas há outras vias de acesso a precisar de intervenção urgente.

“A Rua que temos em pior estado é a Rua Soldado Adriano Maria Alexandre, mas também precisamos de intervir na Travessa Padre Franklin, na Rua das Baixas, na Rua do Vale e em parte da Rua do Rio Velho”, assegurando que tem estado em contacto permanente com o0 executivo da autarquia para que estas obras venham a ser uma realidade.

Este verão, fruto do contexto de pandemia em que vivemos, e que fez com que os alunos tivessem aulas à distância no final do ano letivo anterior, a Junta de Freguesia decidiu oferecer tablets aos estudantes residentes na Freguesia, do 1.º ao 12.º ano, e também aos que não sendo residentes frequentem a Escola Básica do 1.º Ciclo da Moita.

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