Cimento, caleiras, portas e janelas são alguns dos artigos que estão a fazer falta à Casa Esperanza Marinha Grande, que está a requalificar as suas instalações, na Ordem, à medida que vão chegando donativos, materiais e mão de obra solidária

Criada em 2014 e oficializada dois anos depois, esta associação sem fins lucrativos liderada por Lúcia Azevedo acolhe atualmente 40 gatos e 16 cães. A funcionar numa antiga loja e taberna, localizada na Rua António Matos Bonita, na Ordem, a Casa Esperanza já conseguiu melhorar o gatil e está agora apostada em cimentar uma parte do pátio existente nas traseiras, entre outras intervenções.

Para isso, precisa de cimento, 15 caleiras de um metro, portas, janelas e dois portões. “Aceitamos os materiais que nos queiram doar para podermos dar melhores condições aos nossos animais, mas também aos voluntários que colaboram connosco”, referiu ao JMG Lúcia Azevedo.

Ainda recentemente foi pintada a fachada do edifício, graças à doação de tintas e à colaboração de voluntários que, em fim de férias ou em gozo de fim de semana, quiseram dar o seu contributo e ajudar a melhorar o aspeto das instalações. Entre os próximos passos está também a pintura interior do espaço.

Outra das carências da Casa Esperanza prende-se com as dívidas às clínicas de veterinária que tratam dos animais sempre que surge alguma doença e que neste momento subiu exponencialmente devido a uma operação a uma cadela abandonada e que foi encontrada com a bacia partida e a precisar de ajuda urgente.

“Tínhamos a situação mais ou menos controlada quando apareceu esta cadela que tivemos de ajudar, o que elevou as nossas despesas. Mas também temos contado com um lado muito solidário por parte destes profissionais com quem trabalhamos em prol dos animais”, referiu a presidente da Direção da Casa Esperanza.

Para saber como ajudar esta instituição basta ligar o 919 022 863 ou visitar a página da Casa Esperanza Marinha Grande no Facebook.

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