A FARMI, empresa de moldes e ferramentas sedeada no Pero Neto, arrancou há duas semanas com aprodução de viseiras de proteção facial, de design próprio, com um molde de injeção fabricado em quatro dias

 

A ideia foi criar um equipamento de proteção individual que possa ajudar os profissionais que se encontram na linha da frente, e não só, do combate à pandemia causada pelo novo coronavírus.

Entre doações e vendas a preço de custo, foram fornecidas até à data cerca de 25.000 unidades, e a disponibilidade da empresa marinhense paracontinuar a produzir é total, como adiantaram os seus responsáveis ao nosso jornal.

A empresa de matriz familiar, que comemorou em janeiro último o seu 30.º aniversário, é gerida por Luís Oliveira, seus filhos eesposa, e encara este projeto como “uma oportunidade de expressão da responsabilidade social que é devida a todas asempresas detentoras de tecnologia que possa contribuir para mitigar as carências de material de proteção existentes nonosso país, em face da crise sanitária que nos atingiu”.

A empresa do Pero Neto, atualmente com uma capacidade de produção de 2.500 viseiras por dia, com uma linha de montagem e embalagem composta por seis pessoas, já doou viseiras à Câmara e aos Bombeiros Voluntários da Marinha Grande e já forneceu material para entidades como as autarquias de Oleiros e Leiria, a Santa Casa da Misericórdia da Marinha Grande e de Pampilhosa da Serra, entre várias outras.

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