O presidente da Câmara da Marinha Grande garante que não se demite, apesar das dificuldades de governabilidade da autarquia. Paulo Vicente reagiu em conferência de imprensa, na última quinta-feira, segundo chumbo da revisão ao orçamento do município.


“A minha demissão está fora de questão”, afirmou Paulo Vicente, e acusou a oposição de querer condicionar a aprovação da revisão orçamental a questões políticas e de “carácter”, pedindo a exoneração da sua chefe de gabinete e do seu adjunto. Uma situação que considera “inadmissível”.

O presidente da Câmara da Marinha Grande reagia, assim, à rejeição da proposta de revisão orçamental apresentada pelo PS, que, ontem de manhã, voltou a ser chumbada pela oposição, o que acontece pela segunda vez.

Em causa está, segundo Paulo Vicente, uma proposta para “alocar ao orçamento o saldo de gerência” do último ano e “mais algumas receitas que não estavam previstas entrar no orçamento”, num total de 7,4 milhões euros.
O PS levou a reunião de câmara um conjunto de propostas para aplicar essa verbas, cujos projectos estão “todos elaborados a aguardar a abertura de concursos”, frisou o presidente da autarquia, acusando os vereadores da oposição de não ter apresentado “nenhuma” proposta”

 

 

 

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