Aos 55 anos, o empresário Paulo Ferreira encabeça a candidatura da coligação +Marinha à Câmara Municipal. CDS-PP e Partido Popular Monárquico “deram as mãos” após a rutura com a Aliança Democrática. Em entrevista à RCM, o candidato revela que o objetivo é criar uma estrutura concelhia do partido e superar o resultado de 1997.

Por que motivo resolveu encabeçar a candidatura da coligação +Marinha à Câmara, na qualidade de candidato independente?
Não foi uma situação planeada. Tenho visto a Marinha a degradar-se de forma constante e continuo a não ver nenhuma visão para o presente nem para o futuro. Isso, como cidadão marinhense, preocupa-me porque dei cerca de 20 anos ao associativismo deste concelho, e não me revejo no caminho em que o concelho está a ir. Depois, o ato de cidadania também contempla a política e como cidadão é isso que estou a fazer, a exercer esse dever. Os problemas continuam e as soluções tardam, e não me dou bem com estas situações. Os marinhenses, se não querem continuar neste imbróglio do «falómetro», fala-se mas não se faz nada, têm que ser mais seletivos, participativos e exigentes têm que apostar mais nas pessoas e é por isso que estou aqui.

Em 2013 também foi candidato à Câmara, como nº 2. Onde andou o CDS-PP nestes últimos 4 anos?
A implementação do CDS-PP na Marinha Grande não é fácil. É uma força política que não tem raízes no concelho e sempre foi vista como uma força secundária, e nestes últimos quatro anos pouco foi feito. Além de acompanharmos os procedimentos da Câmara, nunca nos mostrámos à população, é verdade. O trabalho que fizemos foi mais de análise. Agora decidimos que teríamos que ter uma atitude mais interventiva na vida política do concelho e ser mais uma voz que possa contribuir para o seu desenvolvimento.

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