Para o Movimento pela Marinha (MpM), as “negociações” com o Partido Socialista em busca de um entendimento para a governação camarária são um “processo fechado”, após a presidente ter distribuído a totalidade dos pelouros pelos eleitos do PS.

O MpM chamou os jornalistas para uma conferência de imprensa ao final da tarde da última quinta feira, 2 de novembro, para “clarificar a opinião pública” sobre as negociações para os diferentes órgãos autárquicos.

Aurélio Ferreira e Ana Alves Monteiro explicaram que após “a leitura dos resultados eleitorais” de 1 de outubro, tentaram “perceber” qual a mensagem transmitida pelos eleitores. Assim, na Moita, face ao equilíbrio entre PS e MpM, os eleitos das duas forças chegaram a um consenso e o MpM aceitou integrar o executivo, tendo sido redigido um memorando de entendimento onde constam as “linhas orientadoras” e os “compromissos” para o presente mandato.

Na Vieira, não houve convite para integrar o executivo e o MpM apoiou o candidato do +Concelho para a Assembleia de Freguesia (AF), mas que não seria eleito. Na Marinha Grande também não houve convite para o executivo, mas MpM e CDU tentaram um entendimento, pelo que o candidato do MpM foi o eleito para a AF. Este acordo estendeu-se à Assembleia Municipal, com o Movimento pela Marinha a apoiar a eleição da CDU para a presidência da mesa, por considerar “positivo” que as Assembleias tenham presidências distintas dos executivos.

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