Celebra-se amanhã, 1 de novembro, o Dia de Todos os Santos. Uma data não só marcada pela homenagem prestada aos que já partiram, mas também muito aguardada pelas crianças que vão para as ruas pedir o bolinho. Mas será que a tradição ainda é o que era? E na Marinha Grande, como é vivido esse dia? O JMG foi ouvir a opinião de alguns marinhenses.

O cenário é conhecido por todos: de manhã bem cedo as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos grupos para pedir o Pão por Deus de porta em porta. A tradição é antiga e tem vindo a perpetuar-se ao longo dos anos por todo o país. A Marinha Grande não é exceção e, de uma ponta a outra do concelho, são centenas as crianças que vão para as ruas na esperança de regressarem a casa com o saco «recheado».

Na Comeira, Hugo Pereira é um dos que não deixam morrer a tradição. Pai de dois meninos, de 22 meses e oito anos, recorda os tempos em que ele próprio ia para as ruas pedir o bolinho. “Lembro-me de gostar muito de pedir o Pão por Deus quando era criança. Daí que mantenha viva uma tradição que faz parte de nós, da nossa identidade”, afirma.

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