Diana Neves, moradora no n.º 10 da Avenida Aníbal Guedes Coelho, procurou o JMG para lamentar “a falta de respostas” por parte do Município marinhense


Em causa estão os estragos em roupas de cama, vestuário, calçado, móveis e eletrodomésticos que a munícipe alega terem sido causados pela humidade oriunda do edifício devoluto, entretanto demolido, que existia paredes-meias com a sua habitação e que era propriedade do Município.


Diana Neves recorda que “andei durante cerca de 9 meses a pedir ajuda à Câmara para resolver o problema”, acrescentando que após a demolição do imóvel, no passado mês de junho, não obteve qualquer feedback. “Estão a dar cabo da minha saúde, ando a tomar antidepressivos, não consigo estar dentro da minha própria casa”, explicando que “por mais que limpe paredes e teto com lixívia, o cheiro a mofo e a humidade não saem e exijo que me paguem os danos causados”. Diana Neves está a ponderar avançar para Tribunal para pedir também uma indemnização por danos morais.

Contactada pelo nosso jornal, a autarquia informou que o pedido da munícipe “está em apreciação nos serviços técnicos e jurídicos” da Câmara, e que “assim que o processo reúna as condições necessárias será presente a proposta de decisão final a qual compete à Câmara e não à Presidente”.

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