Há mais três atletas do Judo Clube da Marinha Grande com o cinto preto (1.º DAN), símbolo de humildade, autocontrole, maturidade, serenidade, disciplina com responsabilidade, dignidade e conhecimento

 

A graduação evidencia o acumular de conhecimentos que o judoca vai progressivamente adquirindo ao longo da sua educação e formação desportiva. Associar o código moral do judo à mestria na execução das técnicas são requisitos fundamentais nas graduações, potenciando os valores inerentes ao Espírito e ao Corpo – Shin-Ghi-Tai (Espírito, Técnica e Eficácia). Ser graduado simboliza uma responsabilidade acrescida num novo ciclo de aprendizagem, uma vontade contínua em aprender e em partilhar conhecimento e valores.


Neste âmbito, os jovens judocas do Judo Clube da Marinha Grande (JCMG), André Ferreira, João Martins e Ricardo Roque, propuseram-se a exame de 1.º DAN (cinto negro) no passado dia 30 de dezembro, após verem reunidas as condições que o Mestre António Saraiva considera de excelência para a realização deste exame de natureza associativa.


Avaliados pela Comissão Associativa de Graduações, composta pelo Mestre António Saraiva, Elísio Reis e Jorge Lopes, os jovens efetuaram com elevado nível de proficiência a prova de KATAS - Nage no Kata, as técnicas de base do Gokyo, respondendo a questões referentes à história da Associação Distrital de Judo de Leiria.


No final, a Direção do JCMG felicitou os judocas, famílias e treinadores “pela capacidade de resiliência, de empenho e de comprometimento nesta tão importante graduação”, reafirmando que “apesar do contexto pandémico em que vivemos o Clube continua a ser uma escola de educação desportiva e cívica de excelência”.


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