Assinala-se este sábado, dia 28, um mês do nascimento oficial do Clube de Patinagem da Marinha Grande. O JMG foi conhecer o projeto e esteve à conversa com o presidente do clube, Tiago Silveira.

O que é o Inline Marinha Grande?
É uma equipa de patinagem de velocidade que tem baseado o seu trabalho em três vertentes principais: a formação, o lazer e a competição, tendo sido estas as diretivas até agora. Queremos, num futuro próximo, abraçar também a vertente do Street.

Quando teve o seu início?  
O Clube de Patinagem Inline Marinha Grande nasceu oficialmente no dia 28 de março de 2018, fundada por mim e pelo Pedro Saraiva, no entanto, a história deste projeto começou há muito tempo atrás.
Sou natural de Sines e foi lá que ainda muito jovem comecei a patinar, primeiro como praticante e de seguida como atleta. Consegui atingir boas classificações a nível nacional, que me levaram à Seleção Nacional. Durante anos esta foi a minha paixão, que viria a ser interrompida pelos estudos superiores. Passados uns anos vim residir para a Marinha Grande, onde, em 2007, tentei iniciar este projeto com a ajuda de um amigo marinhense, o To Zé Santos, que me levou ao Sporting Clube Marinhense. Lá apresentámos o projeto aos dois responsáveis do clube pela iniciação à patinagem, sendo que na altura não foi acolhido, dado terem já as modalidades hóquei e artística.
Em 2015, em conjunto com um grupo de pais de praticantes, apresentei o projeto à ASCD de Casal Galego, tendo este sido bem acolhido. Foi lá que durante os últimos 3 anos desenvolvemos a nossa atividade e que fomos crescendo, sobretudo em número de atletas. Em 2015 iniciámos com 12 atletas, e hoje temos já perto de 30, nomeadamente com idades compreendidas entre os 5 e os 38 anos.

Qual a oferta desportiva do Inline?
O Clube de Patinagem Inline Marinha Grande tem como objetivo trabalhar em três frentes: a primeira, que sabemos ser fundamental, é a formação. Temos que ensinar toda a técnica necessária para que o praticante possa usufruir dos seus patins com a máxima comodidade e segurança; a segunda, para nós também muito importante, é o lazer. Queremos colocar o maior número possível de marinhenses a usufruir do prazer e da liberdade, que o andar de patins oferece; em terceiro, mas não menos importante, é a competição. Para aqueles jovens que gostam de desafios e que gostam de se superar, esta é a vertente ideal.

Que balanço faz do percurso do Inline Marinha Grande?
O Inline tem tido, nestes últimos três anos, uma trajetória ascendente. O número de praticantes foi crescendo, os resultados desportivos da equipa foram sendo cada vez melhores, com a obtenção de vários títulos nacionais individuais e por equipas. Em termos de divulgação da modalidade, fizemos um esforço enorme para trazer até à cidade um Campeonato Nacional de Estrada de Iniciados e Juniores em 2016 e, no ano seguinte, o Campeonato Nacional de Estrada de Absolutos, a Sprint Cup e uma Meia Maratona. Daí pensarmos que o percurso do Inline, desde a sua formação até à data, tem sido bastante positivo.

Terminaram a ligação com a ASCD em dezembro de 2017. Qual o motivo do fim da parceria?
A parceria teve o seu fim num acordo entre ambas as partes. A Associação de Casal Galego pretendia dedicar-se mais à vertente Social, na qual estão muito empenhados e onde têm feito um magnífico trabalho, e nós, como estávamos a crescer, iriamos requerer mais esforço e dedicação por parte da Coletividade, algo que se tornava difícil devido ao seu foco principal.

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