As relações entre os eleitos do PS e do PCP na Câmara da Marinha Grande estão a ferver.

Com pouco mais de um ano de mandato pode estar para breve uma rutura. Os dois partidos poderão reunir nas próximas horas… de emergência.

Não tem sido pacífico o acordo político entre PS e PCP na autarquia marinhense. Desde que foi formalizado, o entendimento tem tido alguns avanços e recuos, mas os problemas sempre foram resolvidos, com maior ou menor dificuldade. Por exemplo, aquando da publicação da revista municipal, no verão, o PCP soube da sua existência quando esta estava na gráfica e um dos vereadores comunistas disse ao nosso jornal que só teve conhecimento do conteúdo “quando a revista foi distribuída”.

Ultrapassado este problema, foram surgindo outros. Por exemplo, os vereadores do PCP, apesar de terem autonomia política e financeira, sempre tiveram grandes dificuldades no desempenho de funções. Se o pelouro da cultura está entregue a Vítor Pereira, não se percebe que a comunicação das atividades culturais esteja entregue ao presidente Álvaro Pereira, “que tem privilegiado um determinado jornal de Leiria”. O PCP não aprecia que o presidente “favoreça entidades exteriores ao concelho, pois é dinheiro que sai da Marinha Grande”.

Leia a notícia completa na edição em papel do JMG.

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