Depois de muitos meses em que, intencionalmente, deixei de comunicar regularmente através da imprensa com os munícipes do concelho da Marinha Grande, volto hoje a esse contato, com a regularidade que os meus afazeres me permitirem.

Pelo respeito que tenho pelos munícipes, não poderia deixar de partilhar as razões por me ter retirado e agora voltar:

Começando pelas primeiras …

Sempre defendemos que os agentes políticos devem fazer parte do grupo dos “atores” principais do desenvolvimento concelhio e que devem igualmente conhecer bem o seu “papel” e os seus “tempos”, ou como diz o povo “há um tempo para tudo”. Em período eleitoral das eleições de 2013 dissemos ao que vínhamos (aumento da atratividade concelhia), com que projeto íamos a jogo (projeto concelhio +Concelho) e o que faríamos se não ganhássemos as eleições (oposição construtiva ou projeto de governação conjunta independentemente de quem ganhasse eleições). Após eleições e porque o povo não nos confiou a missão de liderarmos o concelho, fizemos exatamente o que prometemos: Mais de 100 propostas concretas para o concelho; sempre disponíveis para integrarmos a solução governativa. Oposição cega constante, campanha eleitoral negativa permanente ou dramatização de “não-casos políticos” que devem ser tratados com serenidade, não fazem nem farão nunca parte do nosso ADN. Deixamos isso para aqueles que por falta de criatividade, ou porque o projeto político pessoal ou do grupo/partido onde militam, é mais importante que o real interesse do concelho. Para nós a política é outra coisa… é a forma mais nobre de servir os munícipes.

Leia mais na edição em papel do JMG.

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